• Anabel Gallaci

Segredos... nem tão secretos, do coração!

Estou lendo um livro bem interessante de Paul Pearsall, Memórias das Células e preciso compartilhar com você, quase na íntegra, um trecho que me chamou muito a atenção, por ser esclarecedor e usar uma linguagem bastante acessível e didática.

O texto é baseado no trecho: A Sinfonia Celular


As coisas vivas são feitas de células, como minúsculos diapasões que a energia do coração faz ressoar, reverberando num concerto de harmonia energética.


A cardioenergética sugere que esta sinfonia celular, que inclui os bilhões de células cerebrais, constitua um sistema dinâmico de memória sistêmica que está permanentemente vibrando com outros sistemas de memória para compartilhar e criar memórias energético-informativas de suas vidas.


Desde a minúscula célula do tamanho de alguns milhares de átomos, até a maior célula conhecida, um ovo de avestruz, com cerca de cinquenta centímetros de circunferência, todas as células vibram a energia emanada pelas fibras dos músculos do coração.


A cardiologia da energia pode ser vista como a musicologia de nossa canção espiritual da vida, o estudo de como o coração não apenas coordena nossa sinfonia celular individual, mas também toca em dueto, executa grandes arranjos sinfônicos com todos os corações, pessoas, lugares e coisas.


Toda célula é, literalmente, um minicoração vibrando com a energia.


A cardiologia da energia propõe que é o coração e não apenas o cérebro que mantém o sistema coeso por meio da energia informativa espiritual em parceria com memórias celulares temporárias e mutantes.


Nossas células tem mais espaço que substância, 99,999% de espaço vazio e feixes subatômicos de energia passam através dela à velocidade da luz.


A energia do coração, nosso DNA, é de natureza musical e rítmica. O câncer pode ser uma grave forma de desarmonia celular causada por um setor da sinfônica celular que se esqueceu de como tocar com o resto da orquestra.


A cardiologia da energia propõe que o coração é o regente que mantêm todas as células tocando a mesma partitura.


Então, é bom ficarmos afinados com o ritmo coordenado pelo nosso coração, pois, assim como no caso das sinapses do cérebro que transmitem mensagens de energia de um lado para o outro através de descargas eletroquímicas, um processo muito semelhante ocorre dentro de cada célula e entre elas a todo momento.




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